FITOPATOLOGIA

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Sugestão para citação: Brioso, P. S. T. Fitopatologia. Patologia Florestal - Docentes no Brasil. Criada em 2014. Disponível em: <http://www.fito2009.com/fitop/patdocbr.html>.

 

DISCIPLINA DE GRADUAÇÃO

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OUVIDORIA RELATIVA A ÁREA DE FITOPATOLOGIA

 

Tabela 1. Relação dos docentes atuais no Brasil responsáveis pelo ensino de Patologia Florestal.

(Adaptado de Alfenas, A. C. História, evolução e o futuro da patologia florestal no Brasil. NEFIT - Núcleo de Estudos em Fitopatologia. Primeira Edição. Suprema Grafica Editora. São Carlos, SP. 201'3. p.35-73.)

INSTITUIÇÃO
LOCAL
PROFESSOR
Curriculum Vitae
Site
Disciplina
EMENTA
Universidade Federal do Acre
Cruzeiro do Sul e Rio Branco - AC
Nei Sebastião Braga Gomes
Princípios, conceitos e fundamentos da Fitopatologia. Doenças abióticas. Doenças bióticas. Ciclo das relações patógeno-hospedeiro. Sintomatologia. Etiologia. Métodos de controle de doenças de plantas. Mecanismos de resistência de plantas. Identificação e controle de doenças em essências florestais utilizadas para reflorestamento e em sistemas agro florestais na Amazônia.
Universidade do Estado do Amazonas
Itaquatiara - AM
Geraldo José Nascimento de Vasconcelos
Universidade Federal do Amazonas
Manaus - AM
Norma Cecília Rodriguez Bustamante
Faculdade Pitágoras
Teixeira de Freitas - BA
Hélcio Gomes Coura
-
Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia
Vitória da Conquista - BA
Quelmo Silva de Novaes
Universidade Federal do Reconcavo da Bahia
Cruz das Almas - BA
Jorge Teodoro de Souza
Patologia e Pragas Florestais (2T-2P)
Principais pragas florestais brasileiras. Potencial reprodutivo, resistência ambiental, resistência da planta, dinâmica da população e tabela de vida. Avaliação de densidade populacional, técnicas de amostragem, avaliação dano. Nível de dano econômico e nível de controle. Como obter identificação de insetos no Brasil. Manejo integrado de pragas, controle silvicultural, controle químico, controle biológico natural e artificial. Reconhecimento dos principais patógenos e parasitas florestais, prevenção e controle de doenças florestais, monitoramento de doenças florestais, Controle alternativo de doenças; Inoculação e testes de infectividade.
Universidade Federal do Reconcavo da Bahia
Cruz das Almas - BA
Rozimar de Campos Pereira
Patologia e Pragas Florestais (2T-2P)
Principais pragas florestais brasileiras. Potencial reprodutivo, resistência ambiental, resistência da planta, dinâmica da população e tabela de vida. Avaliação de densidade populacional, técnicas de amostragem, avaliação dano. Nível de dano econômico e nível de controle. Como obter identificação de insetos no Brasil. Manejo integrado de pragas, controle silvicultural, controle químico, controle biológico natural e artificial. Reconhecimento dos principais patógenos e parasitas florestais, prevenção e controle de doenças florestais, monitoramento de doenças florestais, Controle alternativo de doenças; Inoculação e testes de infectividade.
Universidade de Brasília
Brasília - DF
Denise Vilela de Rezende
Patologia Florestal (2T-2P)
HISTORICO DA PATOLOGIA FLORESTAL NO BRASIL. DOENCAS DE CAUSAS PARASITARIAS. AGENTES CAUSAIS DE DOENCAS PARASITARIAS. PRINCIPIOS DE MICOLOGIA PARA E CONHECIMENTO DOS PRINCIPAIS GENEROS DE FUNGOS PATOGENOS FLORESTAIS. SINTOMATOLOGIA, ETIOLOGIA E EPIFITIOLOGIA DAS PRINCIPAIS DOENCAS FLORESTAIS. PRINCIPAIS FUNGICIDAS E NEMATICIDAS PARA CONTROLE DE ENFERMIDADES FLORESTAIS. PRINCIPAIS ENFERMIDADES FLORESTAIS. MICORRIZAS, FUNGOS APODRECEDORRES DE MADEIRA. VETORES
Universidade Federal do Espírito Santo
Alegre - ES
Valdir Cintra de Jesus Junior
-
Universidade Estadual de Goiás
Ipameri - GO
Daniel Diego Costa Carvalho
Universidade Federal de Goiás
Jataí - GO
Luciana Celeste Carneiro

Conceitos, importância, história e objetivos da Fitopatologia; Caracterização de fungos fitopatogênicos, compreendendo morfologia, sistemática, fisiologia, biologia e ecologia desses organismos; Bactérias, compreendendo morfologia, sistemática, fisiologia, biologia e ecologia desses organismos; Vírus, compreendendo morfologia, sistemática, fisiologia, biologia e ecologia desses organismos; Nematóides, compreendendo morfologia, sistemática, fisiologia, biologia e ecologia desses organismos.

Instituto Federal do Norte de Minas Gerais
Salinas - MG
Tiago Reis Dutra
Universidade Federal de Lavras
Lavras - MG
Maria Alves Ferreira
Patologia Florestal (2T-2P)

A disciplina tem como objetivo fornecer aos profissionais da Engenharia Florestal e áreas afins os conhecimentos básicos sobre os patógenos associados às árvores e seus produtos e suas relações com o ecossistema florestal, buscando minimizar as perdas na qualidade e quantidade do fim a que se destinam as árvores, sem prejudicar o ambiente. A transferência de tais conhecimentos permitirá ao futuro profissional da área detectar, identificar, prever e mensurar as doenças florestais, determinar a importância dos danos por elas causados, analisar as causas dos surtos de doenças, planejar e aplicar os princípios e técnicas para a proteção de florestas e seus produtos, dentro dos princípios do Manejo Integrado de Doenças (MID), o qual procura integrar práticas de controle químico, físico biológico, cultural, e principalmente, resistência genética

Universidade Federal de Minas Gerais
Minas Gerais - MG
Nilza de Lima Pereira Sales
Patologia Florestal (1T-2P)

Doenças florestais de causas não-parasitárias. Agentes causais de doenças florestais parasitárias. Fungos patógenos florestais. Sintomatologia, etiologia, epifitologia. Controle de enfermidades florestais. Exemplos de manejo integrado de doenças florestais. Micorrizas. Apodrecimento e descoloração de madeira.

Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri
Diamantina - MG
Ivani Teixeira de Oliveira Napoleão
Universidade Federal de Viçosa
Viçosa - MG
Acelino Couto Alfenas
Patologia Florestal I (2T - 4P) - Pósgraduação
História da patologia florestal. Etiologia de doenças florestais. Sintomatologia de doenças florestais. Epidemiologia de doenças florestais. Princípios fundamentais de controle aplicados a doenças florestais. Mecanismos de defesa de árvores ao nível de casca e lenho contra agentes bióticos e abióticos. Problemas da arborização urbana. Clonagem como ferramenta no controle e no melhoramento para resistência a doenças de eucalipto. Melhoramento genético para resistência a doenças de eucalipto. Micorrizas.
Universidade Federal de Viçosa
Viçosa - MG
Gleiber Quintão Furtado
Patologia Florestal II (3T - 2P)
Introdução. Doenças florestais de causas não-parasitárias. Agentes causais de doenças florestais parasitárias. Princípios de micologia para reconhecimento dos principais gêneros de fungos patógenos florestais. Sintomatologia das doenças florestais. Etiologia. Epifitologia. Princípios de controle de doenças. Controle de enfermidades com fungicidas e nematicidas. Resistência de plantas no controle de enfermidades. Micorrizas. Apodrecimento e descoloração de madeira.
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
Aquidauana - MS
Felippe Valadão do Prado Cacau
-
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul
Chapadão do Sul - MS
Gustavo de Faria Theodoro

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso
Cárceres - MT
Alexandre dos Santos
Universidade do Estado de Mato Grosso
Alta Floresta - MT
Mariele Cunha Miranda
Universidade Federal do Mato Grosso
Cuiabá - MT
Sidney Fernando Caldeira
Introdução. Ciclo das relações patógeno-hospedeiro. Sintomatologia e diagnose. Etiologia e epifitologia. Princípios e técnicas de controle. Fungicidas e receituário florestal. Classificação das doenças florestais. Técnicas de laboratório.
Universidade Federal do Pará
Altamira - PA
Miguel Alves Júnior
Universidade Federal Rural da Amazônia
Paragominas - PA
Iris Lettiere do Socorro Santos da Silva
Universidade Federal de Campina Grande
Patos - PB
Gilvan José Campelo dos Santos
Universidade Federal Rural de Pernambuco
Recife - PE
Lúcia de Fatima de Carvalho Chaves
Universidade Federal do Piauí
Bom Jesus - PI
Marcelo Xisto Ribeiro
História da patologia florestal no Brasil. Doenças abióticas ou de causas não-parasitárias. Sintomatologia e Etiologia. Identificação e controle de doenças em essências florestais e espécies utilizadas em reflorestamento e em sistemas agroflorestais na Amazônia. Enfermidades florestais em viveiros e plantios definitivos na região amazônica. Tratamentos fitossanitários e manejo.
Pontificia Universidade Catolica do Paraná
Curitiba - PR
Luciene Martins Moreira
Fitopatologia Florestal (1T-2P)
União Latino-americana de Tecnologia
Jaguariaíva - PR
Denis Leandro de Freitas
Universidade Estadual do Centro Oeste
Irati - PR
Flavio Augusto de Oliveira Garcia

Introdução e definições. Principais pragas nativas e exóticas em pinus, eucalipto e outras espécies florestais. Doenças florestais: etiologia, sintomatologia e classificação de patógenos. Identificação: aspectos biológicos, importância, danos e controle das principais pragas e doenças florestais. Técnicas de Manejo integrado de pragas e doenças florestais. Pragas e doenças em viveiros de produção de mudas florestais

Universidade Federal do Paraná
Curitiba - PR
Marcos Antonio Dolisqui
-
Patologia Florestal

Conceito. Histórico. Importância. Fatores bióticos.Eumicetos. Bactérias. Vírus. Microplasmas. Fanerógamas. Fatores abióticos. Clima-solo. Fatores mecânicos e químicos. Sintomatologia. Etiologia. Epifitiologia a plantas. Doenças fisiogênicas em viveiros e plantios. Doenças parasitárias em viveiros e plantio. Principais medidas de controle,  culturais e fitossanitárias. Doenças de plantas de interesse histórico, científico e paisagístico. Alterações e podridões do lenho. Defensivos usados em fitopatologia. Manejo de doenças florestais.

Universidade Tecnológica do Paraná
Dois Vizinhos - PR
Maristela dos Santos Rey Borin
Universidade Federal Rural do Semi-árido
Mossoró - RN
Rui Sales Júnior
Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro
Campos dos Goytacazes - RJ
Ricardo Moreira de Souza - (ricmsouza@censanet.com.br)
Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro
Campos dos Goytacazes - RJ
Silvaldo Felipe da Silveira – (silvaldo@uenf.br)
Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro
Seropédica - RJ
Paulo Sergio Torres Brioso (brioso@bighost.com.br)
Patologia Florestal (3T-2P)
Histórico, Conceitos, Complexo Causal, Sintomatologia, Diagnose, Etiologia das principais fitomoléstias das Essências Florestais, como algumas interações de microrganismos simbióticos com Essências Florestais. Epidemiologia e Sistemas de Controle Integrado das principais fitomoléstias das Essências florestais.
Faculdade de Rondônia
Porto Velho - RO
Laudir Jorge Baullico
Universidade Federal de Rondônia
Rolim de Moura - RO
Dalza Gomes da Silva
Universidade Federal de Santa Maria
Santa Maria - RS
Marlove Fatima Brião Muniz (marlove@smail.ufsm.br)
Fitopatologia Florestal (2T-2P)
Universidade de Blumenau
Blumenau - SC
Marcelo Diniz Vitorino
Fitopatologia Florestal (2T-0P) -
Reconhecimento dos principais patógenos e parasitas florestais, prevenção e controle de doenças florestais, monitoramento de doenças florestais, Controle alternativo de doenças; Inoculação e testes de infectividade.
Universidade do Estado de Santa Catarina
Lages - SC
Lenita Agostinetto
Universidade Federal de Santa Catarina
Curitibanos - SC
Adriana Terumi Itako
Universidade do Oeste de Santa Catarina
Xanxerê - SC
Marília Lazzarotto
-
Universidade Federal de Sergipe
São Cristovâo - SE
João Basilio Mesquita
Faculdade de Agronomia e Engenharia Florestal de Garça
Garça - SP
Willian Bucker Moraes
Fitopatologia I
Faculdade de Ciências Sociais e Agrárias de Itapeva
Itapeva  - SP
Regiane Medice
Universidade de São Paulo
Piracicaba - SP
Luis Eduardo Aranha Camargo
Patologia Florestal (2T-2P)
Princípios gerais e conceitos básicos de Patologia Florestal. Principais tipos de doenças que ocorrem nas árvores florestais e de sombra e seu controle. Deterioração da madeira.
Universidade Estadual Paulista
Botucatu - SP
Edson Luiz Furtado
Universidade Federal de São Carlos
Sorocaba - SP
Pedro José Ferreira Filho
DOENÇAS E PRAGAS DE FLORESTAS; RELAÇÕES ENTRE MONOCULTURAS; PRAGAS E DOENÇAS; DOENÇAS FLORESTAIS ABIÓTICAS; DOENÇAS FLORESTAIS BIÓTICAS; CONTROLE DE DOENÇAS; DIAGNOSE DE ENFERMIDADES; SINTOMATOLOGIA; TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO DE DEFENSIVOS; MECANISMOS DE RESISTÊNCIA DE PLANTAS À DOENÇAS; MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DE RESISTÊNCIA. ESTUDOS GENERALIZADOS SOBRE SINTOMATOLOGIA; ETIOLOGIA; EPIDEMIOLOGIA E PRINCÍPIOS DE CONTROLE DE ENFERMIDADES DE PLANTAS; FUNGOS FITOPATOGÊNICOS - CLASSIFICAÇÃO; IDENTIFICAÇÃO; ISOLAMENTO; MORFOLOGIA E INOCULAÇÃO ARTIFICIAL
Universidade Federal de Tocantins
Gurupi - TO
Mara Elisa Soares de Oliveira
Importância das doenças florestais. Conceitos básicos em doenças de plantas. Doenças abióticas. Doenças bióticas. Manejo de doenças em viveiros. Manejo de doenças de espécies florestais. Doenças em espécies florestais nativas e exóticas. Ciclos das principais doenças. Manejo integrado de doenças em viveiros de espécies florestais. Defesas em árvores a nível de casca e lenho a ação dos patógenos apodrecedores. Quantificação de doenças. Controle químico.

 

 

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